Nunca se chega sozinha

Nunca se chega sozinha

O triathlon é um dos esportes mais individuais que existem: você nada sozinha, pedala sozinha, corre sozinha.

Vendas também parecem assim: sua meta, seus números, seu pipeline, sua comissão. O estereótipo do “lobo solitário” não surgiu por acaso.

Exceto que eu não acredito em nenhuma dessas ideias.

Quando comecei no triathlon e quando entrei em diio, entendi algo que hoje está muito claro para mim: você compete sozinha, mas nunca chega sozinha.

Meu primeiro Ironman em Pucón (1,9 km de natação, 90 km de bike e 21 km de corrida) eu não teria nem começado (muito menos terminado) sem meu clube. O clube é quem te espera às 5 da manhã para nadar, quem está na mesma sintonia que você. Quem te empurra quando você está cansada, quando as pernas já não aguentam mais e o ritmo começa a cair.

Se não houver alguém lembrando que você pode um pouco mais, é muito difícil continuar em um bom ritmo.

Em vendas B2B é exatamente igual. De fora parece um jogo individual. Mas se você tenta fazer tudo sozinha, você se esgota no caminho.

Tanto nas vendas quanto no Ironman, a performance é 100% coletiva.

No esporte, tem quem te treina, quem faz coaching constante, quem analisa seus dados, seu peso, sua alimentação. Em vendas também tem quem te treina, quem revisa suas ligações, quem te ajuda a preparar uma reunião, quem trabalha o CRM, quem compartilha insights.

Também tem quem comemora seu fechamento como se fosse dele.

E isso não acontece em todas as empresas. Para mim, isso é uma das coisas que mais valorizo no time com quem trabalho hoje.

No Ironman foi igual.

Cruzei a linha de chegada em Pucón e grande parte do meu clube estava lá esperando. E claro, você se emociona. Porque naquele momento entende que aquela conquista não é só sua.

Meu primeiro Ironman eu não teria nem começado (muito menos terminado) sem meu clube.

Conversando com minha mãe depois da prova, percebi algo que sempre me moveu: eu nunca gostei de ganhar ou comemorar sozinha. Sempre foi em família, com amigas, em equipe. Se não é compartilhado, não me motiva da mesma forma.

O que realmente me move é construir time. Motivar e ser motivada. Bater metas, sim, mas tanto pessoais quanto coletivas.

Agora vem meu segundo Ironman, em Palma de Mallorca, em maio. Estou a todo vapor treinando. Mas além do desafio físico, o que mais me anima continua sendo a mesma coisa: o time por trás.

Acredito profundamente que alto desempenho não é individual e nunca será. Tem cultura. Tem trabalho em equipe. Tem energia coletiva.

Sempre digo que nem no Ironman nem nas vendas vence o mais forte. Vence quem constrói o melhor time. Quem participa. Quem leva boas energias. Quem quer o melhor para si e para os outros.

Porque sim, você pode competir sozinha.

Mas nunca chega sozinha.
Trini e Max na linha de chegada do Ironman 70.3 Pucón — 10 de janeiro de 2026.
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